
Hoje, sábado, dia 18/07 tive a oportunidade de conhecer a galera mais animada que já vi na vida.
Depois de vinte e sete dias nesse país maravilhoso chegou a hora de volta pra casa. E jah era a hora mesmo. O fato é que eu não penso em outra coisa. Já fui, como disse no primeiro post desse blog. Tenho saudades do Brasil, de ouvir português, de sentir o cheio do feijao com alho, do cafe passado na hora. Tenho saudades dos intervalos de filmes, das novelas, das pessoas. Vocês podem pensar que tudo isso é provincianismo. E é mesmo. Mas tudo é provincianismo quando se trata da existência, tudo é particular, tudo é micro e absolutamente tudo é enome, gigantesco, tem peso, valor e importância. É bom experimentar a estrangeiridade. Mas ninguém resiste a isso por muito tempo. Falo de todas os despertencimentos possíveis: trabalho, parceiros, amantes, amigos. Repito: ninguem resiste a isso por muito tempo. Precisamos de um território mínimo existencial. Para que possamos, mais do que nos estranhar, nos reconhecer em outros estados ou estágios, como queiram.